Banco do Brasil: Convocação do grupo de risco

Em reunião realizada na tarde desta quinta-feira (19/05), os negociadores do BB debateram com a Comissão Nacional de Negociação da CONTEC sobre a convocação dos funcionários do grupo de risco.

Os dirigentes sindicais iniciaram a reunião destacando a necessidade de busca de alternativa para evitar a exposição dos colegas a riscos que entendem que podem ser evitados e solicitando a implementação do retorno dos funcionários do grupo de risco ao trabalho presencial seja postergada para quando a pandemia deixar, efetivamente, de circular.

Os dirigentes sindicais ponderaram a inadequação da medida neste momento em que a média móvel do número de mortes está aumentando, bem como a necessidade de tratamento especial para os funcionários com comorbidade. Ressaltaram que a CONTEC vai continuar acompanhando a situação dos funcionários do grupo de risco, atenta ao crescimento do número de casos, bem como ao comportamento do número de mortes.

Contrapondo as alegações dos representantes do Banco, os dirigentes sindicais destacaram que os resultados obtidos pelo Banco nos últimos exercícios apresentam crescimento sustentável, comprovando que mesmo trabalhando em home office os funcionários estão produzindo bem, o que permite a manutenção dos 1.276 colegas do grupo de risco trabalhando em home office.

O Banco concordou apenas com que o retorno dos funcionários do grupo de risco ocorra no decorrer das duas próximas semanas, a partir da próxima segunda-feira (23/05).

Diante da insistência dos dirigentes sindicais para que a direção do Banco avalie a possibilidade de atendimento do pedido de protelação da implementação do retorno dos funcionários do grupo de risco ao trabalho presencial, os representantes da empresa ficaram de responder o pedido até a próxima segunda-feira (23/05).

Tendo em vista que a quantidade de horas negativas acumuladas por muitos colegas impossibilita a compensação no prazo combinado no ACT covid de 18 meses após a pandemia, os dirigentes sindicais pediram que as horas que não possam ser compensadas no prazo ajustado sejam abonadas.

Preocupados com a intenção anunciada pelo Banco de denunciar o compromisso não clausulado de não descomissionar em decorrência de avaliação, os dirigentes pediram também que o período da pandemia seja excluído das avaliações.

Para dar continuidade na busca de alternativas de solução às questões debatidas, as partes combinaram voltar a se reunir na próxima quarta-feira (25/05), a partir das 9h30.

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