Manifestação e passeata unem trabalhadores e estudantes em Joinville

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Em todas as capitais, no Distrito Federal e em quase 400 cidades brasileiras, trabalhadores e trabalhadoras protestaram hoje, 14 de junho, contra a reforma da Previdência, em favor da aposentadoria, por mais empregos e contra os cortes na educação.

Aproximadamente 45 milhões de trabalhadores e trabalhadoras foram envolvidos na greve geral, segundo balanço divulgado pelas centrais sindicais.

Houve paralisação da produção porque muitos não saíram às ruas, sejam trabalhadores formais, informais, desempregados e desalentados. Foi maior do que a greve construída em 2017 contra a reforma de Michel Temer.

Joinville

Cerca de 2.500 pessoas participaram dos atos em Joinville. Líderes sindicais, trabalhadores e estudantes unidos levaram faixas e cartazes para mostrarem sua indignação com os recentes acontecimentos no país.

O Bancários Joinville e os demais sindicatos não abriram suas portas. O Sindicato dos Bancários de Jaraguá do Sul e região, nas pessoas de seu presidente Odilon Fernandes e seu vice Noilton Murara vieram a Joinville participar da manifestação.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Joinville, Valdemar Luz, classificou como positiva a ação: “Hoje foi um espetáculo da democracia e foi muito emocionante ver os estudantes na rua, lado a lado com a gente. Ainda ontem éramos nós que estávamos em suas fileiras! Eles serão os líderes sindicais do futuro.”

No final da manhã, após várias falas, o grupo saiu em caminhada pelas principais ruas da cidade.

Pelo país

Na Avenida Paulista, por exemplo, 50 mil pessoas se reuniram contra a reforma da Previdência. Foram quase 400 cidades pelo país, mostrando que as manifestações desta sexta mostram a insatisfação da classe trabalhadora com as políticas anti-povo do governo, que se afunda cada vez mais em um lamaçal de corrupção e outras ações ilegais.

O descontentamento, aliás, é amplo e abarca grande parte da sociedade brasileira. Segundo pesquisa do Ibope, o número de pessoas insatisfeitas com o governo dobrou em pouco mais de três meses.

Resta a necessidade do fortalecimento da luta nos sindicatos que, com a ajuda da classe trabalhadora, devem continuar pressionando os deputados em seus redutos e bases eleitorais, avisando que não vão votar em traidores do povo, da mesma forma que os que votaram a favor da reforma Trabalhista não retornaram ao Congresso Nacional nas eleições de 2018.

Redação Bancários Joinville

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