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Sindicato não vai tolerar pressões abusivas no Bradesco

Joinville – Pelo país, a rotina de trabalho dos bancários do Bradesco está cada dia pior. Representantes do movimento sindical tem recebido diversas denúncias dos trabalhadores de que não aguentam mais tanta pressão e assédio moral, o que é agravado ainda mais por uma política de gestão e cobrança de metas focada na intensa pressão imposta pelas diretorias regionais.

Além da pressão para o cumprimento semanal de metas de vendas de produtos (Evoluir); da exigência de, em média, duas visitas diárias; da cobrança por uma quantidade enorme de ligações aos clientes; do encarteiramento e abertura de contas; do programa Smart, no qual o cliente avalia o contato do banco por meio de um SMS; os trabalhadores do Bradesco estão sendo pressionados a extrapolar suas metas por conta do incentivo a concorrência dentro do banco.

A concorrência e a pressão absurda estimulam o assédio moral, que leva ao adoecimento físico e psíquico dos trabalhadores. Assim, algunes gestores passam a tratar os funcionários sem qualquer respeito, aos gritos e com ameaças. Todo dia as equipes são pressionados como se fosse o último dia do mês. Cobranças por WhatsApp, por exemplo, se tornaram frequentes. Um instrumento de assédio moral totalmente irregular. O Bradesco tem se tornado uma enorme panela de pressão.

“Todas as diretorias regionais querem ficar bem com a diretoria executiva. Então, pressionam além das metas para que estejam bem colocadas no ranking. Essa pressão se reflete nas áreas abaixo como gerências regionais e agências. É uma pressão que vem de cima e se transfere para todas as áreas subordinadas. Sabemos de diretorias que estão exigindo 130% em todos os indicadores. Não é algo pontual. É uma situação generalizada no Bradesco”, relata o representante do movimento sindical e bancário do Bradesco, Alexandre Bertazzo, de São Paulo.

Joinville e região

O Bancários Joinville representa as cidades de Garuva, Itapoá, São Francisco do Sul, Araquari, Balneário de Barra do Sul e Barra Velha, além de Joinville. Cobramos do banco que reveja essa política de gestão baseada na pressão e na concorrência entre os trabalhadores. Não podemos admitir esse tratamento aos funcionários, responsáveis pelos ótimos resultados do Bradesco.

Denuncie – Caso estas situações estejam ocorrendo em Joinville e suas cidades satélite, o bancário penalizado pelo programa Smart, assediado moralmente, que receber cobrança via WhatsApp ou que for prejudicado por conta da pressão excessiva, deve denunciar ao Sindicato, pelos fones 3433-3022/3023, via WhatsApp da entidade (47) 9 9723-2128 ou através do Canal de Denúncias. O sigilo é absoluto. SEEB – São Paulo com edição Redação Bancários Joinville

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